O documento, intitulado “Reconstrução Nacional”, foi publicado pela Agência Brasil dentro da série de programas de todos os candidatos à Presidência, que serão disponibilizados até domingo (20) em ordem alfabética.
No eixo econômico, Avalanche propõe substituir tributos como ICMS, ISS, IPI, PIS, Cofins, IOF, IRPJ, CSLL, IRPF e INSS por um imposto único com alíquota de 3,5%, além de reduzir progressivamente a carga tributária sobre produção, investimentos e geração de empregos.
O plano também prevê o pagamento do IPVA, atualmente de competência estadual, em taxa fixa de R$ 50 mensais para todos os veículos, com isenção nacional para caminhoneiros, e a criação de linhas de crédito específicas para agricultores de diferentes portes.
Em saúde, o programa promete eliminar as filas do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de mutirões de atendimento, telemedicina e parcerias com hospitais privados ociosos, além de instalar um sistema de inteligência artificial para monitorar em tempo real o estoque de medicamentos nas unidades de saúde.
Na área de educação, Avalanche propõe o uso intensivo de inteligência artificial para personalizar o ensino, currículo focado em educação financeira, tecnologia e empreendedorismo, e a criação do programa “Abraço Azul” para atender crianças autistas com profissionais certificados nas escolas.
O candidato também anuncia a distribuição de um smartphone modelo iPhone de última geração, com um ano de internet gratuita, a todos os brasileiros que concluírem um curso de empreendedorismo oferecido pelo governo; os recursos seriam provenientes da verba federal destinada à publicidade.
Para a segurança pública, o plano inclui a ampliação de câmeras de monitoramento, reconhecimento facial, a criação de um Sistema Único Nacional de Segurança e o aumento do efetivo policial nas ruas.
Outras medidas abrangem o uso de drones para vigilância da Amazônia, expansão de ferrovias e hidrovias sob gestão privada, aumento de recursos para defesa, tolerância zero à violência doméstica e feminicídio, ampliação de casas de acolhimento e a criação de órgão para apurar assédio contra mulheres no trabalho, além de um programa nacional de identificação ativa de conteúdo sexual infantil na internet.