Jorge Manuel de Abreu Palma, de 76 anos, morreu na madrugada de segunda-feira para terça-feira, conforme anunciado por familiares e colegas que o conheciam como um dos músicos mais respeitados da sua geração.
A notícia da sua partida trouxe à tona as conversas típicas de velórios – sobre a pequenez da existência, a falta de valorização das coisas boas da vida e a urgência de repensar prioridades – que, segundo o autor do texto, costumam surgir apenas quando já é tarde demais para quem está de luto.
Além da dor pessoal, o falecimento serviu de ponto de partida para o autor refletir sobre temas mais amplos, como os conflitos internacionais envolvendo figuras como Trump e Netanyahu, a alta dos preços da gasolina, a visita de Xi Jinping aos Estados Unidos e, sobretudo, o debate em torno da regulação da inteligência artificial, recentemente abordado por Dario Amodei (Anthropic), Sam Altman (OpenAI) e Elon Musk (xAI).
O texto conclui que a morte de um “imortal” como Palma nos obriga a relativizar nossas preocupações cotidianas e a focar no que realmente importa, lembrando que, independentemente das disputas políticas ou tecnológicas, a finitude humana permanece o ponto de partida de toda reflexão.