Após a demissão de Gennaro Gattuso, consequência do fracasso na tentativa de classificação para a Copa do Mundo de 2026, a Federação Italiana confiou novamente a Roberto Mancini a missão de devolver a Azzurra ao protagonismo internacional.

Mancini, de 61 anos, está em sua segunda passagem à frente da seleção e selecionou 34 atletas para a competição, que começa em 25 de setembro, às 15h45 (horário de Brasília).

A lista inclui quatro goleiros – Carnesecchi, Donnarumma, Pessina e Vicario – e um conjunto de defensores como Ahanor, Bastoni, Calafiori, Coppola, Di Lorenzo, Di Marco, Ghilardi, Kayode, Kouadio, Mancini, Scalvini.

No meio‑campo, os convocados são Barella, Cristante, Doumbia, Fagioli, Frattesi, Mandragora, Romano, Tonali, enquanto a linha de ataque conta com Cambiagi, Pio Esposito, Sebastian Esposito, Inácio, Kean, Maldini, Raspadori, Scamacca, Vergara, Zaniolo e Zoma.

Jorginho, que havia sido incluído na pré‑lista, ficou fora da seleção final, gerando especulação sobre sua situação internacional, embora a decisão tenha sido tomada pelo técnico italiano.

A Itália integra o Grupo A da Liga das Nações, ao lado de Bélgica, França e Turquia; os dois primeiros colocados avançam diretamente às quartas de final, enquanto o terceiro disputa um playoff para permanecer na primeira divisão da competição.

O primeiro compromisso da Azzurra será em casa contra a Bélgica, seguido de jogos fora de casa contra a Turquia e a França, encerrando a fase de grupos novamente como mandante contra os turcos.