O acordo, firmado em Miami, prevê que Brown permanecerá em liberdade condicional, sem prisão ou prisão domiciliária, mas deverá manter distância da vítima e cumprir outras condições impostas pelo tribunal.

O caso remonta a maio de 2025, quando, após um combate de boxe de celebridades, Brown teria sacado uma arma de um segurança e disparado duas vezes contra um homem com quem havia se envolvido em uma briga momentos antes; um dos disparos teria atingido de raspão o pescoço da vítima.

Segundo a acusação, o homem atingido perdoou Brown e retirou sua participação no processo, o que facilitou a negociação do acordo que substitui a acusação de tentativa de homicídio por agressão agravada.

Brown, de 38 anos, tem uma carreira marcada por números impressionantes: 12 temporadas na NFL, passagens pelos Pittsburgh Steelers, New England Patriots e Tampa Bay Buccaneers, sete convocações ao Pro Bowl e quatro títulos de First‑Team All‑Pro entre 2014 e 2017, além do título do Super Bowl em 2020 com os Buccaneers.

A trajetória de Brown terminou em 2021, após um episódio controverso contra os New York Jets, quando abandonou o campo, tirou a camisa e saiu do gramado, encerrando sua passagem pelos gramados profissionais.

Com o acordo, Brown evita que o processo judicial em Miami acrescente uma pena de prisão ao seu já turbulento histórico fora dos campos, mas permanecerá sob supervisão judicial e restrições de contato com a vítima.