Os 42 trabalhos apresentam diferentes abordagens para os desafios ambientais, sociais e de saúde, sempre a partir do olhar e das experiências dos próprios estudantes. As comissões avaliadoras reuniram pesquisadores, professores, jornalistas, designers, cineastas e profissionais de diferentes áreas, o que trouxe perspectivas variadas ao processo de avaliação.
“A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é uma iniciativa fundamental porque aproxima a ciência da escola e mostra, desde cedo, que meninas e meninos podem ocupar esse espaço. Ao valorizar a curiosidade, a criatividade e a participação dos estudantes, a Obsma contribui para formar uma nova geração de pessoas capazes de olhar para os desafios da sociedade e construir soluções por meio da ciência”, explica Cristina Araripe, coordenadora nacional da Obsma e coordenadora de Divulgação Científica da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic).
Na 13ª edição da Obsma foram inscritos cerca de 1,5 mil trabalhos. Participaram nove mil alunos e quase três mil professores, com trabalhos de escolas públicas e privadas de todos os estados do país.
Os trabalhos foram submetidos nas categorias de Produção Audiovisual, Produção de Texto e Projeto de Ciências, que possibilitam aos estudantes apresentar suas reflexões, investigações e conhecimentos por meio de diferentes linguagens e formas de produção.
Realizada pela Fiocruz a cada dois anos, a Olimpíada corresponde, nesta edição, ao biênio 2025–2026. Em breve, a Fundação divulgará os trabalhos que receberam Menção Honrosa.
O resultado com os 42 trabalhos selecionados pode ser consultado no Campus Virtual da Fiocruz, com os nomes das escolas e os trabalhos selecionados por cada região do país.