A operação foca no combate à entrada ilegal de mercadorias, com destaque para smartphones, que eram comercializados sem o recolhimento dos tributos devidos. De acordo com as investigações, o grupo responsável pela logística de ingresso desses produtos estrangeiros e sua posterior revenda no mercado brasileiro seria comandado por um policial militar.

As autoridades estimam que a revenda dos milhares de aparelhos apreendidos ou investigados tenha movimentado cerca de R$ 60 milhões nos últimos anos. A escala do negócio indica uma estrutura organizada de contrabando que operava à margem da lei, burlando os controles alfandegários.

Os investigados agora respondem pelos crimes de descaminho e associação criminosa. A ação da PF marca um esforço contínuo para reprimir o tráfico de eletrônicos e proteger a arrecadação federal, além de combater a concorrência desleal no setor de tecnologia.